Tomámos conhecimento, a partir desta notícia, de declarações feitas pela direcção do MUDE "em resposta escrita enviada à Agência Lusa", assim como do Dr. António Costa.
«"A direção do MUDE nunca foi contactada nem recebeu qualquer solicitação de reunião, reclamação de mal-estar ou notícia de descontentamento", lê-se. O MUDE admite "alguns atrasos" nos pagamentos desde maio de 2009. "Atualmente, estes estão regularizados até janeiro de 2011 inclusive, ao contrário do que veio a público", acrescenta-se. Justificando as demoras, a nota refere que a responsabilidade dos pagamentos é da Associação Aumento D' Ideias, mas corresponderam também a "alguns atrasos nos procedimentos internos da Câmara". À margem da ModaLisboa, na quinta-feira à noite, o presidente da câmara António Costa disse estar muito satisfeito com o funcionamento do MUDE. O autarca acrescentou que os problemas são "estranhos à câmara" mas que já estão "ultrapassados".»
Ora, nós entendemos que estas declarações pouco correspondem à verdade.
Assim sendo, enviámos hoje o nosso Exercício de Direito de Resposta, o qual fazemos questão de publicar:


Tendo chegado a um ponto de saturação tal, um bem haja a todos as pessoas que construíram o Mude Résistance.
ResponderEliminarParece-me que estamos a ser "chefiados" por entidades com algumas posturas pouco profissionais e duvidosas. A AADI tem os seus calcanhars de aquiles, está visto.
Para além, dos falsos recibos verdes e dos despedimentos nada éticos (por e-mail??), os assistentes são sujeitos a uma avaliação. Se fazem muitas trocas, ou se, por actividades profissionais extra-museu, têm de faltar, são punidos no mês seguinte: são-lhes atribuídos poucos turnos, mesmo que tenham dado bastante disponibilidade!
Em relação às condições do edifício: só existem 3 casas de banho; não existe elevador; a cafetearia nunca mais abre; e o estado do tecto "work in progress" é péssimo para a conservação das peças!
Tenho dito!